Termografia utilizada no zoológico de São Paulo
Na postagem de hoje destacamos a reportagem publicada na edição nº7 da revista “Ciência no Zoo” — informativo pela Fundação Parque […]
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Yuyang Lei†, Jiao Zhang†, Cara R. Schiavon, Ming He, Lili Chen, Hui Shen, Yichi Zhang, Qian Yin, Yoshitake Cho, Leonardo Andrade, Gerald S. Shadel, Mark Hepokoski, Ting Lei, Hongliang Wang, Jin Zhang, Jason X.-J. Yuan, Atul Malhotra, Uri Manor, Shengpeng Wang, Zu-Yi Yuan, and John Y-J. Shyy, et al. SARS-CoV-2 Spike Protein Impairs Endothelial Function via Downregulation of ACE 2; Issue 9, 30 April 2021; Pages 1323-1326
O estudo mostra que a espícula (ou proteína spike) do novo coronavírus contribui para danificar as células vasculares. Os pesquisadores colocaram células endoteliais das artérias do pulmão em contato com a espícula do pseudovírus. A ligação interrompe a sintetização das moléculas para fazer as mitocôndrias. Com as mitocôndrias das células danificadas, a pessoa adoece.
Outros artigos apontavam para a importância do sistema vascular em relação o agravamento da doença e das inúmeras sequelas de pacientes pós COVID-19.
O Bemer é um aparelho que utiliza ondas eletromagnéticas pulsáteis de baixa intensidade, que otimiza a microvascularização e o fluxo sanguíneo, estimulando as trocas celulares e aumentando a produção de energia mitocondrial. O que indica que profissionais aptos poderão se munir deste equipamento como uma opção não-invasiva futuramente capaz de auxiliar no tratamento do COVID-19 e recuperação pós COVID-19.

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